Cirurgia da Mão · Natal, RN

Fratura do Rádio Distal
em Natal

A fratura do rádio distal é a fratura mais comum do esqueleto humano. O tratamento correto — conservador ou cirúrgico — é fundamental para restaurar a função do punho e evitar sequelas de longa duração.

+25
Anos de experiência
#1
Fratura mais comum
WALANT
Técnica preferencial
SBOT
Membro titular
Entenda a condição

O que é a fratura do rádio distal?

A fratura do rádio distal é a quebra da extremidade do osso rádio próxima ao punho — a fratura mais frequente de todo o esqueleto humano, correspondendo a cerca de 15% de todas as fraturas atendidas em emergências.

Ocorre tipicamente por queda sobre a mão espalmada com o punho em extensão. Os dois picos de incidência são crianças e adolescentes e adultos acima de 50 anos — especialmente mulheres na pós-menopausa com osteoporose.

Os tipos mais clássicos são a fratura de Colles (desvio dorsal — "dorso de garfo") e a fratura de Smith (desvio volar). Fraturas intra-articulares exigem redução anatômica precisa para evitar artrose.

Atenção: fraturas do rádio distal podem se associar a lesões ligamentares do punho e a lesões do nervo mediano — que devem ser identificadas e tratadas.

Sintomas típicos

Dor intensa no punho
Imediata após o trauma, piora com qualquer movimento
Deformidade visível
Sinal do "dorso de garfo" — punho com aspecto angulado
Edema e equimose
Inchaço progressivo nas primeiras horas após o trauma
Dormência nos dedos
Pode indicar compressão do nervo mediano — avaliação urgente
Opções Terapêuticas

Tratamento da fratura do rádio distal

A decisão entre tratamento conservador e cirúrgico depende do tipo de fratura, do grau de desvio, da qualidade óssea, da idade e das demandas funcionais do paciente.

01 · Conservador

Gesso ou tala

Indicado em fraturas sem desvio ou com desvio mínimo. A redução fechada seguida de imobilização gessada por 4–6 semanas é o tratamento padrão.

✓ Sem cirurgia
✓ 4–6 semanas de imobilização
02 · Cirúrgico

Placa volar com parafusos

Padrão-ouro para fraturas instáveis, com desvio significativo ou intra-articulares. Permite mobilização precoce do punho — fundamental para a recuperação funcional.

✓ Redução anatômica
✓ Mobilização precoce
03 · Minimamente invasivo

Fios ou fixador externo

Indicado em situações específicas: fraturas cominutivas graves ou como medida temporária. Menor agressão cirúrgica.

✓ Casos selecionados
✓ Menor agressão cirúrgica
Galeria Cirúrgica

Registros do trabalho em centro cirúrgico

Clique em qualquer imagem para ampliar.

Radiografia pré-operatória
RX fratura punho frente

Fratura rádio distal — PA

RX fratura punho perfil

Fratura rádio distal — perfil

RX pós-operatório perfil

Pós-operatório — perfil

Fixação com placa volar
RX placa volar fratura punho

Placa volar — PA

RX placa volar fratura punho 2

Placa volar — perfil

Artroscopia do punho

Visão artroscópica da fratura

Dr. Hélio Rubens Polido Garcia
Dr. Hélio Rubens Polido Garcia
CRM-RN 5500 · RQE 752/753
Especialista

Dr. Hélio Rubens Polido Garcia

Cirurgião da Mão e Microcirurgião com mais de 25 anos de experiência, especializado no tratamento de fraturas e lesões traumáticas da mão e do punho. Membro titular da SBOT e SBCM.

Formação
SBOT · SBCM
Registro
CRM-RN 5500
Publicação
Int Orthop, 2024
Técnica
WALANT
Perguntas Frequentes

Dúvidas sobre fratura do rádio distal

Toda fratura do punho precisa de cirurgia?+

Não. Fraturas sem desvio ou com desvio mínimo podem ser tratadas com gesso. A cirurgia é indicada quando há desvio significativo, instabilidade após redução, fratura intra-articular ou alta demanda funcional do paciente.

Quanto tempo leva a recuperação?+

Com gesso: 4–6 semanas de imobilização + fisioterapia. Com cirurgia (placa volar): mobilização em 1–2 semanas e retorno às atividades em 3–4 meses.

A placa precisa ser retirada depois?+

Em geral, não. As placas volares modernas são bem toleradas e raramente precisam ser removidas. A retirada é considerada quando há irritação tendínea, infecção ou desconforto persistente.

O punho volta ao normal após a fratura?+

Na maioria dos casos sim, especialmente quando o tratamento é precoce. Fraturas intra-articulares têm maior risco de artrose e rigidez — razão pela qual a redução anatômica precisa é tão importante.

A cirurgia é coberta por convênio?+

Sim — a fixação de fratura do rádio distal é coberta pela maioria dos planos de saúde com indicação documentada. Nossa equipe orienta toda a documentação necessária.

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